Fazer diferente!

Fazer diferente! É o que dizem as cabeças. Escuto a ideia quase que diariamente. Um sinal de que o otimismo está voltando? É possível. Gosto da sensação que a ideia provoca frente às inquietações da vida. Fazer diferente enquadra-se no espelho do “mudar” com inteligência e sabedoria. Há um ar de serenidade, de calma, no conceito “fazer diferente”. Sim ou não? Gosto de tudo que vem do coração - do entusiasmo selvagem - e amadurece na cabeça do tempo. Experiência? A energia do “fazer diferente” tem princípios, atitudes, jeito de agir e até de plenitude de voo. Nele você não precisa chutar o pau da barraca, ser radical, insensato e nem rasgar as páginas do guia do seu norte. Pode ser atitude, um não à inércia - que consome o corpo – ou até o ativar de botões. De teclas! Fazer diferente é criativo, equilibrado e antenado com a razão das coisas. Fazer diferente é do bem. Por fim e não mais do que isso, o “fazer diferente” deve agradar os gregos lúcidos e os troianos enlouquecidos. Ou seria o verso da moeda? Deve agradar - sistematicamente - direita e esquerda. Pede ser o bom senso espiritualizado, o inicio de qualquer coisa de novo e melhor.