O Educador Educa

“O educador educa” e a ele cabe ensinar o aluno a questionar, ter raciocino lógico, senso critico, educação e respeito e mais: ensinar a importância do contraditório e das diferenças que compõem direitos e deveres de um indivíduo. Tenho acompanhado de perto (ossos do ofício) toda essa confusão que tomou conta do Ministério da Educação. É notória a falta de experiência pública do ministro e o quanto interferências externas estão prejudicando sua gestão. Deve cair em breve, se é que já não caiu, faltando “apenas” a escolha de um novo nome para a pasta que agrade “deus e o mundo”. Hoje lendo entrevista do Mozart Neves Ramos, FOLHA, ele tocou em dois pontos cruciais e importantes: autonomia e continuidade (reconhecimento às boas políticas). O Brasil não é muito bom nisso e sempre que muda um governo costuma praticar o “apaga tudo que nada presta”. Perde-se tempo e energia para mais tarde - meses depois - ver o mesmo projeto “renascer” mudando apenas de nome ou sigla (redução de um intitulativo complexo). Essa história de trocar a aliança de mão ou colocá-la de vez na gaveta me faz lembrar o “golpe das tampinhas” aquela brincadeira-crime de movimentar as peças e esconder a bolinha da vez.