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Poesia não dorme. Adormece!

Poesia não dorme. Adormece! Há quem diga que ela tira pestanas e finge o sono do instante que lhe cabe. Coisas da hora. Brinca de ausências e até de instantes: todos de vida e morte! Relendo fotos do meu antigo rosto não me demoro nas recordações e nem nas lembranças do tempo. Tudo continua impressões de traços e marcas na pele. Poesia não dorme. Adormece! Não me demoro no perfil: tardei de mim. Acontece. Poesia é isso e aquilo: nos chama no melhor do amanhã.

14.04.2021